Caminho do Playoff: o que cada equipe precisa para chegar nas semifinais do College Football

Caminho do Playoff: o que cada equipe precisa para chegar nas semifinais do College Football

13 semanas de temporada regular já se foram. Só resta mais uma – a Championship Week – e teremos a definição completa das 4 equipes que jogarão o College Football Playoff e dos demais 37 Bowls. Atletas espetaculares, jogadas incríveis, vitórias surpreendentes e grandes reviravoltas fizeram parte do enredo da temporada de 2018 até aqui.

Sendo assim, resolvemos elaborar o Caminho do Playoff. Analisamos o cenário de todas as possíveis equipes remanescentes e listamos as qualidades, fraquezas e as suas possibilidades de chegar ao Top 4 tão sonhado pelas equipes universitárias baseado no desempenho das mesmas até aqui e os seus matchups da próxima semana.

#1 Alabama Crimson Tide (12-0, 8-0 na SEC)

Para chegar ao CFB Playoff, precisa: vencer a final da SEC. Ou talvez nem isso
Pontos fortes: invencibilidade, vitórias tranquilas, excelente desempenho ofensivo e defensivo
Pontos fracos: calendário externo fraco

Atual campeã nacional e com uma campanha irretocável em 2018, Alabama vai encaminhando a sua vaga ao College Football Playoff com relativa tranquilidade. A vitória menos expressiva em termos de vantagem foi contra Mississippi State: 24-0. Todas as 12 vitórias foram por mais de 20 pontos de diferença, sendo a primeira equipe a conseguir isso desde Yale em 1888, numa época em que nem existia passe para a frente. Além disso, o quarterback Tua Tagovailoa é um dos favoritos a vencer o Heisman Trophy. A pequena nota negativa fica por conta do calendário externo raquítico: uma Louisville com campanha 2-10, dois times da Sun Belt (Arkansas State e Louisiana-Lafayette) e um da FCS (Citadel) não é algo lá muito competitivo para se medir forças.

Se vencer a final da SEC contra Georgia, obviamente estará dentro. Se perder, possivelmente também: o time deve perder o topo, mas não deve cair o suficiente para sair do Top 4. Essa hipotética situação causaria uma bagunça nos rankings, já que alteraria os confrontos dos playoffs e em quais cada um jogaria. A única possibilidade real de Alabama ficar de fora seria caso sofresse uma derrota contundente para Georgia e Clemson, Oklahoma e Ohio State vençam as suas decisões com bastante autoridade. Aí seria possível colocar um certo tom de dúvida, que mesmo assim pode pesar positivamente para o Crimson Tide.

Desde que o College Football Playoff existe (2014), Alabama esteve presente em todas as edições. Foi campeã em 2015 e 2017, vice-campeã em 2016 e caiu na semifinal na edição inicial de 2014.

Chances de playoff: altíssimas

#2 Clemson Tigers (12-0, 8-0 na ACC)

Para chegar ao CFB Playoff, precisa: vencer a final da ACC
Pontos fortes: invencibilidade, defesa fortíssima
Pontos fracos: calendário interno fraco

Atual tricampeã da ACC e também invicta, Clemson também sofreu pouco para estar no topo. A equipe até passou por alguns períodos conturbados: a traumática troca de quarterback titular (e a dificuldade para engrenar o ataque no início da temporada) e as vitórias sofridas contra Texas A&M e Syracuse. Porém, fora isso, a invencibilidade foi conquistada sem muito esforço.

Só que justamente a facilidade para se manter invicta que é um dos pontos negativos para Clemson na corrida pelo College Football Playoff. Com a tradicional rival Florida State em péssima fase, os Tigers correram praticamente sozinhos pelo título da divisão. Por pouco não a perderam para Syracuse, que poderia ter obtido a vantagem no confronto direto caso as derrotassem pelo segundo ano seguido. Na decisão, o time pega uma fraquíssima Pittsburgh na final de conferência mais desequilibrada da ACC em anos. Uma prova do fraquíssimo nível da ACC Coastal é o fato de que nenhuma equipe da divisão oposta à de Clemson ter vencido mais do que 7 partidas na temporada. Pitt chegou a ser ranqueada pelo comitê, mas a derrota para Miami (FL) no último sábado tirou a equipe dos rankings.

Devido à fraqueza do adversário, torna-se praticamente uma obrigação vencer Pitt com autoridade na decisão. Em caso de uma desastrosa derrota, é bem possível que Clemson deixe o Top 4, dependendo da combinação de resultados. Porém, o mais provável é que o time vença e vá para o College Football Playoff. Das 4 edições do College Football Playoff, participou das três ultimas, onde foi campeã em 2016, vice-campeã em 2015 e caiu na semifinal em 2017.

Chances de playoff: altíssimas

#3 Notre Dame Fighting Irish (12-0)

Para chegar ao CFB Playoff, precisa: esperar
Pontos fortes: invencibilidade
Pontos fracos: vitórias questionáveis

Depois de bater na trave em 2017, Notre Dame conseguiu a sua campanha perfeita: 12-0. Foi a primeira vez desde 2012 que os irlandeses conseguiram o feito. Por essa razão, o time está praticamente garantido no College Football Playoff e como não joga uma final de conferência (ND é independente no futebol americano), não tem mais como perder na temporada regular.

Porém, a invencibilidade não isenta a equipe de críticas. Três vitórias, particularmente, chamam a atenção: uma vitória sofrida contra a fraquíssima Ball State, um quase upset sofrido contra Vanderbilt e a fraca atuação na vitória contra Pittsburgh. A invencibilidade poderia ter caído em qualquer um desses jogos. A vitória magra contra USC no último sábado também pode ser considerado um indicador, mas até é perdoável por ser um clássico.

Esses triunfos sofridos podem representar oscilações, mas também podem significar algo mais. Há questionamentos fortes sobre a real qualidade da equipe e se ela teria condições de apresentar competitividade nas semifinais. Esse é um dos principais argumentos contrários à Notre Dame, mas as condições são bastante favoráveis: a equipe tem 99% de chances de estar no Top 4 no Selection Sunday do dia 2 de dezembro. O único cenário possível que dê pra apontar Notre Dame fora do Top 4 seria em caso de triunfos maiúsculos de Oklahoma e Ohio State nas suas conferências. Mesmo nesse caso, a probabilidade do time ficar de fora é muito baixa.

Notre Dame nunca disputou o College Football Playoff. Esta pode ser a sua primeira participação.

Chances de playoff: altíssimas

#4 Georgia Bulldogs (11-1, 7-1 na SEC)

Para chegar ao CFB Playoff, precisa: vencer Alabama na final da SEC
Pontos fortes: campanha sólida, calendário forte, unidades ofensivas e defensivas fortes
Pontos fracos: tem que vencer Alabama

Georgia entrou no Top 4, mas a posição esconde o matchup dificílimo do próximo sábado: Alabama. A situação é altamente emblemática. Os Dawgs fizeram uma campanha relativamente sólida na temporada: 11-1, com apenas uma derrota fora de casa contra LSU no Tiger Stadium. A equipe é sólida: Jake Fromm é um dos melhores quarterbacks do país, o ataque funciona de maneira aceitável, a defesa é forte e atuante. Definitivamente, merece a posição onde está.

O problema é o cenário onde Georgia se insere. A SEC é uma conferência fortíssima e os deslizes não são perdoados com facilidade. Embora o time possua qualidade, ele enfrenta ninguém menos que Alabama, que apresenta um elenco tecnicamente bem superior a todos os seus adversários, incluindo Georgia. Óbvio que os Dawgs são mais fortes que praticamente todos os adversários já enfrentados por Bama, mas por quanto tempo a equipe vai conseguir concorrer? O ataque vai conseguir aparecer diante da poderosíssima defesa de Alabama? A defesa será capaz de ser a primeira equipe a parar Tagovailoa, que já destruiu os sonhos da equipe de Athens na final nacional passada, realizada exatamente no mesmo estádio onde será a final da SEC desta vez? Se sim, temos jogo. Se não, Alabama deve abrir vantagem a partir do segundo tempo para não ser mais alcançada. Se vencer, Georgia se garante no playoff e bagunça o Top 4 do comitê.

Se estivesse invicta, uma derrota contra Alabama na final da SEC teria impacto menor. Porém, com duas derrotas, a tendência é de que o time seja ultrapassado pelas equipes ligeiramente inferiores a ela no ranking, como Oklahoma e Ohio State. A única participação dos Bulldogs no College Football Playoff foi justamente em 2017, onde a equipe perderia a decisão para Alabama na prorrogação.

Chances de playoff: média

#5 Oklahoma Sooners (11-1, 8-1 na Big 12)

Para chegar ao CFB Playoff, precisa: vencer Texas na final da Big 12 + derrota de Clemson ou Georgia
Pontos fortes: campanha sólida, vitórias relevantes, ataque potente, QB candidato a Heisman
Pontos fracos: defesa fraquíssima

Os Sooners novamente batem a porta do comitê atrás de uma vaga no College Football Playoff. E motivos para isso existem: uma campanha sólida, com bom desempenho na maioria das partidas e com um excelente desempenho ofensivo – são 50,3 pontos por jogo, a melhor média do país. Não à toa, o quarterback Kyler Murray virou candidato ao Heisman Trophy e vai colocando dúvida numa decisão que parecia ser praticamente certa e garantida para Tua Tagovailoa. Agora, há disputa.

O grande problema de Oklahoma é a sua imensa fragilidade defensiva. Se o ataque anota 50 pontos por jogo, a defesa cede quase 33 de média, tendo tomado 56 pontos de West Virginia, 48 de Texas, 47 de Oklahoma State e 46 de Texas Tech. Não à toa, o coordenador defensivo dos Sooners caiu na metade da temporada, o que pouco adiantou no final das contas. A fraqueza defensiva não necessariamente será um impeditivo para Oklahoma pegar playoff, mas pode gerar receio do comitê. Mas como os potenciais concorrentes também possuem seus problemas, Oklahoma tem boas chances de se sobressair.

Para entrar no Top 4, o caminho não chega a ser tão complicado: se vencer a Big 12 e Georgia perder, a tendência é de que o time entre. Ao comitê seria bastante interessante confrontar Oklahoma e Alabama e seus dois quarterbacks concorrentes ao Heisman para um matchup especifico. Além disso, Ohio State tem um matchup mais fraco na final de conferência, o que dificulta para os Buckeyes ultrapassarem os Sooners caso ambos vençam. Só que o adversário da decisão do sábado é Texas, o único time que os derrotou nesta temporada.

Oklahoma disputou o College Football Playoff duas vezes: em 2015 e 2017. Em ambas, caiu na semifinal.

Chances de playoff: média

#6 Ohio State Buckeyes (11-1, 8-1 na Big Ten)

Para chegar ao CFB Playoff, precisa: vencer Northwestern na final da Big Ten + derrotas de Georgia e Oklahoma
Pontos fortes: ataque forte, potencial título de conferência
Pontos fracos: defesa fraca, matchup fraco na final de conferência, derrota no calendário péssima

Em uma semana, os Buckeyes saíram da condição de praticamente mortos na briga por playoff para uma condição palpável. Tudo poderia ter sido diferente se o QB de Maryland tivesse acertado aquele passe, mas ok A situação ainda não é completamente favorável, mas dá para chegar. Para isso, a matemática mais simples é a seguinte: uma vitória convincente na decisão da Big Ten contra Northwestern, somada às derrotas de Georgia e de Oklahoma nas suas decisões de conferência.

O principal destaque dos Buckeyes, sem sombra de dúvida, é o ataque. Dwayne Haskins quebrou o recorde de Drew Brees de touchdowns lançados em uma temporada na Big Ten, com 41. Com 43,3 pontos por jogo, o ataque da equipe é o 7º melhor do país no quesito. O problema, porém, é semelhante ao de Oklahoma: a defesa. Sobretudo devido ao corpo de linebackers, que parece altamente frágil, a unidade é uma máquina de ceder jardas terrestres e aéreas.

Dificilmente os Buckeyes irão ultrapassar Oklahoma no teste de olho caso ambas vençam, já que o cenário a desfavorece. A derrota para Purdue por 49-20, por mais que o comitê diga que as derrotas não afetem, é impossível acreditar que o comitê venha a ignorá-la completamente. Além disso, Ohio State tem uma decisão de conferência teoricamente mais fácil. Se a vitória no confronto é praticamente garantida, a vaga no College Football Playoff depende também de resultados paralelos favoráveis.

Ohio State disputou o College Football Playoff duas vezes. Foi campeã em 2014 após entrar de maneira polêmica e caiu nas semifinais em 2016, perdendo para Clemson por 31-0.

Chances de playoff: média/baixa

#7 Michigan Wolverines (10-2, 8-1 na Big Ten)

Para chegar ao CFB Playoff, precisa: derrotas de Georgia, Oklahoma e Ohio State e, no máximo, uma vitória pouco convincente de UCF
Pontos fortes: defesa forte, boas vitórias, derrotas apenas contra times fortes
Pontos fracos: sem final de conferência, derrota vergonhosa para Ohio State

Muitos acharam que Michigan cairia bastante com a derrota por 62-39 para Ohio State, mas aparentemente o comitê resolveu dar uma pequena esperança para os Wolverines. Como as suas derrotas vieram para as equipes #3 e #5 do ranking, Michigan é o melhor time ranqueado com duas derrotas e que não joga a Championship Week deste sábado.

Porém, as chances da equipe seguem muito baixas e será necessária uma verdadeira hecatombe dos três times ranqueados imediatamente acima da própria Michigan. Se a derrota de Georgia é provável e a de Oklahoma possível, um tropeço da rival Ohio State para Northwestern soa muito improvável. E mesmo que estes resultados aconteçam, ainda teria UCF na briga e seu eterno argumento de invencibilidade. Michigan terá o seu futuro definido longe dos gramados, acompanhando seus rivais diretos pela TV.

Michigan nunca disputou o College Football Playoff. O mais perto que esteve de disputar foi em 2016, quando também perdeu a divisão para Ohio State.

Chance de playoff: baixíssima

#8 UCF Knights (11-0, 8-0 na AAC)

Para chegar ao CFB Playoff, precisa: vitória convincente na final da AAC contra Memphis + derrotas de Georgia, Oklahoma e Ohio State
Pontos fortes: invencibilidade, ataque forte
Pontos fracos: calendário muito fraco, defesa problemática, principal jogador lesionado

Depois de se autoproclamar campeã nacional em 2017, UCF deseja não fazer isso novamente se classificando para o College Football Playoff pela primeira vez na história – e ser o primeiro time do Group of Five desde BYU em 1983 a brigar por título nacional. Os Knights até estão em uma condição mais favorável que o esperado e com chances reais de chegar no Top 4, mas isso não necessariamente torna a situação da equipe menos dramática.

O seu maior trunfo também esconde a sua maior fraqueza: UCF está invicta em um calendário significativamente fraco. Segundo o S&P do SB Nation, os Knights possuem apenas o 95º calendário mais forte da FBS, enquanto Alabama, Notre Dame e Clemson possuem os calendários de peso 35, 61 e 79, respectivamente. Dos 11 times que a equipe derrotou, nenhum está ranqueado e os triunfos mais significativos acabaram sendo contra Pittsburgh e Cincinnati. E nem todos os triunfos foram tranquilos: justamente contra Memphis, que o time novamente enfrentará na final da conferência, a equipe venceu por um suado 31-30 e contou com a sorte e incompetência do adversário para não perder a invencibilidade.

Outro fator negativo para a equipe é a defesa, que tem sido problemática mesmo diante de um calendário fraco. Nos únicos jogos em que a unidade realmente foi testada contra ataques difíceis de defender, problemas: foram 36 pontos cedidos para uma Florida Atlantic que sequer pegou Bowl Season e 40 pontos para Temple em casa. Bizarramente, a unidade foi bem contra Pitt e Cincy, seus adversários teoricamente mais complicados. Some-se a isso o fato do quarterback titular e principal atleta de UCF, McKenzie Milton, ter quebrado a perna no jogo contra South Florida e estar de fora do restante da temporada. Sem seu principal atleta, é possível que a equipe sofra até mesmo para vencer Memphis – imagine enfrentar Alabama em uma eventual semifinal.

Ainda assim, existe um cenário viável, embora improvável, para UCF alcançar o Top 4 do comitê no ranking final: uma vitória convincente diante de Memphis para se mostrar como opção e derrotas consecutivas dos times que estão imediatamente à sua frente: Georgia, Oklahoma e Ohio State, o que acaba com as equipes remanescentes no topo com apenas uma derrota. Se este cenário “hecatombístico” se confirmar, os Knights podem sonhar, mas ainda é possível que o time seja desconsiderado por ser do Group of Five. É, a vida não é e nunca foi justa no College Football pra dar chances para os times do Group of Five brigarem por título nacional.

UCF tem uma sequência de 23 vitórias consecutivas, a maior sequência ativa do College Football. A última derrota foi no dia 17 de dezembro de 2016, quando os Knights perderam o Cure Bowl para Arkansas State. A equipe nunca disputou os playoffs do College Football – só chegou duas vezes a disputar Bowls de Ano Novo: em 2013, derrotou Baylor no Fiesta Bowl e em 2017 venceu Auburn no Peach Bowl.

Tal vitória levou UCF a se autoproclamar campeã nacional pelo fato de Auburn ter derrotado tanto Alabama quanto Georgia na temporada regular. Sendo assim, UCF argumentou que “se nós derrotamos a equipe que derrotou os dois finalistas, nós somos os campeões”. No dia 9 de janeiro deste ano, a Colley Matrix, um dos sistemas de ranqueamento utilizado na fórmula do antigo BCS, colocou UCF como #1 no ranking final. Porém, todos os outros selecionadores colocaram Alabama, que venceu a decisão contra Georgia na final do College Football Playoff, como campeã nacional.

Chance de playoff: baixa

Demais equipes

Aí é que a coisa atinge níveis de surrealidade. As chances de uma equipe fora do Top 8 do último ranking chegarem ao Playoff são extremamente baixas e o próprio comitê tratou de sepultar algumas expectativas colocando Florida e LSU, equipes que nem jogam mais na temporada regular, à frente de equipes como Washington e Texas.

Em caso de hecatombe nos cenários acima, Washington, com uma eventual conquista muito convincente de título de conferência, pode até receber considerações do comitê, já que o mesmo valoriza títulos de conferência. O mesmo pode ser dito para Texas, que possui o acréscimo de poder derrotar a rival e potencial candidata ao College Football Playoff, Oklahoma. De quebra, destrói os sonhos da rival. Porém, mesmo que tudo dê certo para ambas ou pelo menos uma delas, é um cenário praticamente surreal e elas devem ser preteridas mesmo assim. O fato de ambas já terem três derrotas, enquanto potenciais equipes a perderem acima dela ficariam com apenas duas deve pesar.

O que deve sobrar de fato para as duas equipes é um Bowl de Ano Novo. Washington, se vencer, joga o Rose Bowl. Texas jogará o Sugar Bowl caso vença ou caso perca e Oklahoma vá para o College Football Playoff.

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felipe-michalski

Estudante de jornalismo da Universidade Federal de Santa Maria e criador do College Football Brasil. O College Football é uma loucura, então não tenha problemas cardíacos. Go Vols!